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Funcionários recebem orientações de combate à febre maculosa

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A preocupação com a febre maculosa tem mobilizado os órgãos ligados à saúde pública a orientarem a população, pois o melhor remédio sempre é a prevenção. No dia 27 de setembro, funcionários do Clube Centenário receberam dicas de combate à doença. A intenção é que os profissionais possam se tornar multiplicadores e fazer com que os associados também conheçam as ações preventivas.

A diretora do Codevida (Centro de Defesa à Vida Animal), Fernanda Pinheiro Lima; o funcionário do Ministério da Saúde, Walter José Gonçalves, que é lotado no Setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde, no cargo de referência técnica em endemias, e a enfermeira coordenadora do Programa de Saúde da Família (PSF) do bairro Vargem Grande, Irani Justino de Castro, estiveram na sede campestre do clube para um trabalho de prevenção.

Segundo Fernanda Lima, essa iniciativa é uma parceria da Secretaria Municipal de Gestão Ambiental, da qual o Codevida faz parte, em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde.

A medida preventiva está sendo desenvolvida nos clubes da região da Lagoa do Fundão e no PSF da Vargem Grande, pois há uma área de pasto que divide o posto de saúde com as residências vizinhas.

Como enfatizou a diretora do Codevida, a Secretaria Estadual de Saúde divulgou, recentemente, um boletim epidemiológico sobre os casos de febre maculosa no Estado e os dados são preocupantes, principalmente para a região Centro-Oeste, pois houve registros em Divinópolis, Pará de Minas, Itaúna e Igaratinga. “Em Formiga, não tivemos nenhum registro, por isso a medida preventiva visa otimizar ações de educação para informar sobre a ocorrência da doença na região, sinais clínicos e prevenção”, destacou.

Sobre a febre maculosa

A febre maculosa é uma doença grave, infecciosa, transmitida ao homem pelo carrapato, principalmente pelo carrapato-estrela (Amblyomma cajennense), também conhecido como carrapato-de-cavalo, rodoleiro, vermelhinho ou mucuim, encontrado em animais como capivaras, cavalos, bois, cães e outros, muito comuns naquela área da cidade.

Dentro das orientações, tem algumas dicas simples, como, ao pescar, ficar atento a regiões com a presença de carrapatos, examinar o corpo e, caso encontre algum, retirar o mais breve possível. Conforme Fernanda Lima, para transmitir a febre maculosa, o carrapato tem que ficar, no mínimo, seis horas sugando o sangue, por isso a importância de extrair o quanto antes.

Em caso de contato com locais onde tem a presença de carrapatos, é necessário se atentar para os seguintes sintomas: febre, mal-estar, dor de cabeça e no corpo.

De acordo com a coordenadora do Codevida, o período mais crítico é de março a outubro. Quando começa o tempo chuvoso, diminui a incidência de carrapatos.

Leia mais sobre o problema das capivaras nas imediações da sede campestre. Clique aqui.

 

 

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